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1 semana sem a lenda! Você sabe a causa da morte de Ali?

bOntem fez uma semana sem um dos grandes ídolos do esporte. Muhammad Ali foi o maior boxeador de todos os tempos e deixou um legado rico de luta, não só dentro do ringue, mas também fora. Atuante em causas humanitárias e sociais, Ali sempre fez por merecer o título de lenda.

Mas o que a grande maioria não sabia é que o boxeador de 74 anos, antes de falecer, sofreu com o Mal de Parkinson por aproximadamente três décadas. Para muitos especialistas, o transtorno neurológico incapacitante de Ali não foi um acidente, mas o resultado trágico da carreira de mais de três décadas como boxeador, traçando um paralelo com ETC (Encefalopatia Traumática Crônica), que é uma lesão neurológica causado por seguidos traumas.

Ainda não é provado cientificamente que existe uma relação com a carreira de anos de Ali o Mal de Parkison, já que a doença é causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas). A dopamina ajuda na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática, ou seja, não precisamos pensar em cada movimento que nossos músculos realizam, graças à presença dessa substância em nossos cérebros. Com toda essa repercussão, resolvemos fazer um breve resumo sobre a doença que atinge cerca de 4 milhões de pessoas pelo mundo.

Fatores de Risco

Os enfermos costumam desenvolver a doença em torno de 60 anos de idade ou mais, o que nem sempre é a regra. Outro fator de risco e a hereditariedade, mas as chances são pequenas. Um dos causadores é a exposição contínua a herbicidas e pesticidas, colocando uma pessoa em um risco ligeiramente aumentado de doença de Parkinson.

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Os principais sintomas da doença são:

– Tremores

– Rigidez

– Hipocinesia (diminuição de movimentos).

– Equilíbrio comprometido

Tratamento

Não há cura conhecida para o Parkinson. O tratamento é, prioritariamente, controlar os sintomas. Para isso, são usados basicamente medicamentos, mas uma cirurgia pode ser necessária em alguns casos. O médico também poderá recomendar mudanças no estilo de vida do paciente, especialmente a inclusão de exercício aeróbio contínuo no dia a dia da pessoa doente.

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