Página Principal > Neurologia > As doenças mais debilitantes (parte 2)
despair-513528_1280

As doenças mais debilitantes (parte 2)

250-BANNER6Continuando nosso especial sobre doenças debilitantes, a parte dois traz outras condições que afetam milhões de pessoas em todo mundo. O tratamento delas continua sendo um desafio para os médicos e cientistas.

7. Fibrose cística: se detectada precocemente, é possível formular um plano de tratamento para diminuir os sintomas e melhorar as chances de sobrevivência do paciente. Os tratamentos geralmente incluem antibióticos, terapia com oxigênio e, em casos mais graves, transplante de pulmão. A maioria das crianças diagnosticadas leva uma vida relativamente normal, com pouca ou nenhuma interrupção das suas rotinas diárias. Mais tarde, no entanto, a doença pulmonar eventualmente piora. A maioria vive em uma idade média 37 anos.

8. Esclerodermia: uma vez diagnosticada, os sintomas geralmente progridem lentamente ao longo do tempo. Quando a doença se espalha para os órgãos internos como o coração, rins e pulmões, os órgãos começam a falhar, levando a complicações, como problemas pulmonares, câncer e insuficiência cardíaca. A causa desta doença é desconhecida e também não existem métodos de prevenção, de modo que a taxa de mortalidade para aqueles com estágios avançados da doença é alta.

9. Esclerose Múltipla: a esclerose múltipla é mais comum em mulheres do que em homens. Dependendo da gravidade dos sintomas, algumas pessoas podem viver uma vida “normal” com a doença. Também não há cura para a EM, embora existam medicamentos e diferentes formas de terapias que podem retardar o progresso da doença.

Uso medicinal de derivados de maconha liberado: o que o médico precisa saber

ban

10. Mal de Parkinson: é o distúrbio mais comum entre os idosos, uma vez que geralmente afeta pessoas depois dos 50 anos. Não há cura para esta doença debilitante, apesar de existirem medicamentos e mudanças de estilo de vida que podem ajudar a reduzir os sintomas. Se não tratada, a doença leva à incapacidade total e, finalmente, a morte.

11. Doença de Lou Gehrig (Esclerose Lateral Amiotrófica): a causa principal da doença é desconhecida e não existe cura. Os sintomas não costumam se manifestar até depois dos 50 anos, embora alguns casos foram identificados em pessoas mais jovens. Pacientes com a doença sofrem de enfraquecimento muscular, espasmos e incapacidade de mover braços, pernas e corpo. Ao longo do tempo, a condição piora. Quando os músculos do peito e área respiratória são afetados, a doença se torna fatal.

12. Alzheimer: os sintomas começam com esquecimento e dificuldade em fazer mais de uma coisa de cada vez. À medida que a doença progride, os pacientes tem mais dificuldade em de pessoas, lugares e eventos. Em fases posteriores, aqueles com Alzheimer não conseguem mais compreender a linguagem e desempenhar funções diárias como comer ou tomar banho. Não há cura para esta doença, e após o diagnóstico, os pacientes geralmente vivem de 3 a 20 anos com a doença.

Para ver a parte 1 do nosso especial, clique aqui.

As melhores condutas médicas você encontra no Whitebook. Baixe o aplicativo #1 dos médicos brasileiros. Clique Aqui!

Referências: http://www.healthcarebusinesstech.com/the-12-most-debilitating-diseases/3/

Comentários

Texto

Deixe uma resposta