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Uso de aparelhos eletrônicos em excesso na infância afeta o desenvolvimento cognitivo

Um estudo brasileiro, feito pela Unicamp (SP), indica que crianças que utilizam aparelhos eletrônicos em excesso e não fazem outras atividades podem ter atraso no desenvolvimento.

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A pesquisa foi realizada pela Faculdade de Educação da Unicamp, em São Paulo, com 21 crianças com idades entre 8 a 12 anos, que fazem uso de aparelhos eletrônicos (computador, tablet, celular e videogame) de quatro a seis horas por dia. A maioria relatou não brincar fora de casa.

Os participantes passaram por testes para avaliar a capacidade de aprendizagem, perspectiva e desenvolvimento cognitivo. Apenas uma criança apresentou habilidades esperadas para essa faixa etária.

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De acordo com os pesquisadores, crianças que se encaixam nesse perfil tendem a não exercer outras atividades fora de casa e nem ter uma rotina, afetando o desenvolvimento cognitivo.

O problema não está nos aparelhos eletrônicos, destacam os autores. O que causa esse efeito é a falta de atividades fora de casa, como jogar bola, andar de bicicleta e outras brincadeiras que são fundamentais para a criatividade. Quando uma criança brinca, ela faz uso de operações infralógicas, que garantem noção operatória de tempo, espaço e causalidade.

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Referências:

  • http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/09/uso-de-eletronicos-em-excesso-atrasa-desenvolvimento-infantil-diz-unicamp.html

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