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Medicina de Precisão no tratamento de câncer terminal

Uma nova técnica, chamada de Medicina de Precisão, está dando esperanças para pacientes com câncer terminal. Baseado em biomarcadores específicos, um número crescente de ensaios clínicos vêm sendo aprovados para tratamento.

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Cientistas, assim como pacientes, depositam muita esperança em ensaios clínicos que usam a abordagem da Medicina de Precisão, no qual os biomarcadores, não apenas o diagnóstico, orientam a inscrição.

O conceito por trás da técnica é que a constituição genética das pessoas é variável e, como consequência, doenças e repostas aos tratamentos também são. A Medicina de Precisão procura descobrir o medicamento certo, para o paciente certo, no momento certo.

A esperança é que esses ensaios possam ajudar a desenvolve drogas mais rápido e oferecer uma recompensa terapêutica potencialmente maior para os participantes, do que os convencionais ensaios clínicos randomizados.

Veja também: ‘Imuno-oncológico pode dobrar sobrevida de pacientes com câncer’

Além de critérios de inscrição, os ensaios da Medicina de Precisão também diferem dos convencionais na sua concepção, que podem incluir menos participantes e não precisam necessariamente incluir um placebo ou grupo de comparação padrão.

O FDA já aprovou diversos tratamentos baseados em ensaios de Medicina de Precisão. Alguns têm sido aprovados após testes em poucos pacientes – às vezes de 200 a 300.

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Referências:

  • A Precision Medicine Approach to Clinical Trials. JAMA. Published online October 19, 2016. doi:10.1001/jama.2016.12137
  • http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/o_paradoxo_da_medicina_de_precisao.html

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