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Diuréticos tiazídicos protegem contra o risco de fratura?

Hipertensão e fraturas osteoporóticas são distúrbios relacionados à idade cuja incidência aumenta rapidamente após os 65 anos. As condições estão relacionadas porque pessoas com hipertensão têm mais fraturas osteoporóticas. Em um novo estudo, pesquisadores analisaram se diuréticos tiazídicos, usados para o tratamento da hipertensão, estão associados com risco reduzido de fraturas.

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Em um grande ensaio clínico randomizado, pesquisadores examinaram os resultados de fraturas em cerca de 22 mil adultos de 55 anos ou mais, que foram designados para receber clortalidona (diurético tiazídico), amlodipina (antagonista dos canais de cálcio) ou lisinopril (inibidor da ECA). Os participantes tinham hipertensão moderada ou estavam recebendo medicação anti-hipertensiva e tinham um fator de risco coronariano adicional.

Durante um tratamento médio de cinco anos, ocorreram 34 fraturas pélvicas e 307 fraturas de quadril. Em análises ajustadas, o risco de fratura foi significativamente menor (21%) com clortalidona do que com os outros fármacos (HR = 0,79). O provável mecanismo é a redução na excreção urinária de cálcio.

Esses achados fornecem evidência de um efeito benéfico da terapia diurética de tipo tiazídico na redução do risco de fratura de quadril e pélvica, em comparação com o tratamento com outros medicamentos anti-hipertensivos.

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Referências:

  • http://www.jwatch.org/fw112277/2016/11/22/thiazide-diuretic-tied-lower-fracture-risk-other?query=pfw&jwd=000020039906&jspc=IM
  • http://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/fullarticle/2587085

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